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Jun 21, 2015

Entrevista - Laplace Cavalcanti


Olá, em um domingo resolvo vir para o computador e enfim postar a entrevista com o autor do livro de minha ultima resenha, que já estava na fila um tempinho e eu sem perceber - notei que eu já deveria ter postado!
Sobre o autor: Nascido em 1989 em João Pessoa - PB, Laplace Cavalcanti escreveu sua primeira história aos 8 anos, não tendo parado desde então. Aos 13 anos foi um dos agraciados pelo Prêmio Jovens Autores do Pio XI Bessa, colégio onde estudava. É o autor dos livros A PÁGINA CERTA e PASSOS DE UM UNIVERSITÁRIO, do conto MESTRE DE MARIONETES, e contista nas antologias AMORES IMPOSSÍVEIS e SEGREDOS DE FAMÍLIA do Ases da Literatura. (Fonte)


1- Quando surgiu a ideia de criar Cláudia e Renato?
Em 2012 quando uma amiga minha também escritora, Joan Ferrer, me incentivou a começar a escrever livros e eu achei que seria interessante escrever um romance que não fosse como a maioria dos que vemos, onde o casal principal se apaixona perdidamente ao primeiro contato e um se torna o ar que o outro respira.

2- Qual foi sua maior dificuldade durante o tempo de preparo do livro?
Além da ansiedade em vê-lo pronto? (kkkkk)
Eu diria que foi a disciplina para concluir o livro. Quando escrevi A Página Certa eu ainda não havia feito nenhum curso sobre escrita, então para mim você só devia escrever se estivesse inspirado. E isso me incomodava porque era como se o livro fosse levar 10 anos para ter o primeiro esboço concluído. Então fiz cursos com a autora Lycia Barros e entendi que ser escritor é um trabalho como outro qualquer, e você não trabalha apenas quando está motivado. Para muita gente pode soar meio estranho isso de você escrever sem inspiração, mas se você perguntar aos escritores que estão por aí no mercado há mais tempo, eles irão dizer que você não deve esperar pela inspiração para escrever. Todos os que eu conheço, pelo menos, concordam com isso.

3- Você se inspirou em algum escritor/livro?
Não que eu lembre. Na época tudo que eu lia era relacionado ao curso de Administração, eu estava sem contato nenhum com o mundo da ficção. Mas eu também não escrevi completamente às cegas, digamos assim. A minha amiga escritora Joan Ferrer me ajudou bastante, ela foi leitora alfa de A Página Certa, acompanhou todo o processo de criação e me deu várias dicas.

4- Sei que desde criança você já escrevia, então, hoje já adulto você se considera realizado?
Ainda não. Acho que cresci bastante nesses anos, porém ainda tenho muito que aprender e a jornada rumo a realização está apenas começando.

5- Tente descrever qual foi sua emoção ao ver pela primeira vez suas obras publicadas?
A minha madrinha literária, Lycia Barros, me disse que a sensação de ver o seu livro publicado equivale a de quando você tem um filho. Eu não tenho filhos, mas acompanhei o nascimento de dois sobrinhos meus e foram momentos únicos. Eu diria que a emoção é bem como a Lycia falou, e se analisarmos bem, a publicação de um livro significa você entregar ao mundo algo que construiu dentro de si com bastante dedicação e carinho por meses, igual a um filho.

6- Você teve alguma mania enquanto escrevia, ou algo que você julga te dar inspiração na hora de continuar a escrever?
Que ajude a dar inspiração não, mas às vezes eu gosto de escrever ouvindo música (geralmente um ritmo relacionado à cena em questão) para ajudar a me concentrar na obra e bloquear os sons ao redor. Nem sempre eu uso esse recurso, é mais quando tem uma música que acho que ficaria perfeita quando vou escrever uma determinada cena. E eu sempre escrevo com uma caneta por perto, mas não é para fazer anotações em um papel ou algo assim, é para ficar manuseando-a com as mãos enquanto estou pensando no texto, como continuarei a partir de onde parei.

7- Deixe uma dica ou uma mensagem para os leitores.
Leia, independente de você não conhecer mais alguém que goste disso e mesmo se te acharem esquisito. Ler um livro é algo sem igual, é você abrir as portas de um mundo que foi criado cuidadosamente para despertar sua imaginação, para te fazer viver as mais diferentes experiências possíveis e impossíveis.

Bom meu povo, por hoje é isso! Espero que tenham gostado, ainda estou no inicio sobre entrevistar autores!  

Jun 12, 2015

Resenha - A página Certa





 Autor(a): Laplace Cavalcanti.
Editora: Ases da Literatura.
Páginas: "228"
Ano de publicação: 2014.
Gêneros: Chick-lit, Humor, Comédia, Romance.

            Olá meu povo, hoje tem resenha, finalmente! Hahaha. Pois bem, esse livro eu ganhei do próprio autor, veio autografado como na imagem a seguir e eu desenvolvi muito entusiasmo pela historia que devorei o livro  em dois dias. Ha-ha!! 

            Com 225 páginas de pura diversão e sentimento, a página certa nos transporta para um mundo onde pessoas de diferentes classes sociais podem sim ser felizes sem que haja preconceito. Diferente das histórias    "clássicas" de amor, o livro nos apresenta um casal principal cujo não é um casal. Sem spoilers.
        O momento da leitura é bastante descontraído, há vários personagens engraçados, sempre de bom humor, também por se tratar de um livro com um ambiente nordestino, a narrativa carrega muito regionalismo, que em minha opinião, trouxe bastante originalidade para a obra. Todos os personagens foram bem construídos e suas histórias apresentadas a nós em trechos breves e esclarecedores.
            Durante a minha leitura, fiz diversas comparações à trilogia 50 Tons de Cinza, me explicando melhor, não há sexo no livro, mas o romance em si é parecido quando fazemos a relação com o padrão de vida dos personagens e seus hábitos rotineiros, sem contar os defeitos e qualidades.
             Em minhas considerações finais devo dizer que o livro é divertido, fácil de ser entendido, porém durante a narrativa vi sentenças que não precisavam tanto de complemento para serem compreendidas, o próprio autor me respondeu, em uma entrevista que durante o seu tempo escrevendo o livro, ele não teve como estudar técnicas de escrita, então escreveu do jeito que achou melhor e mesmo assim saiu um bom resultado.
            Eu recomendo este livro para todos aqueles que querem encontrar a sua página certa. Não é meu estilo de livro, pois vocês sabem que eu curto literatura fantástica, mas se eu gostei imaginem quem curte romance! *-* 

Então  é isso pessoal, espero que vocês tenham gostado e postarei a entrevista em breve! ><

Jun 8, 2015

Entrevista - Jairo Sarfati





Hey galera, essa postagem tras a primeira entrevista para  blog! *-* E é com um autor muito carinhoso, extrovertido e que foi muito gentil comigo quando lhe pedi para fazer as seguintes perguntas aqui em baixo. Eu conheci o Jairo Sarfati em um evento literário que aconteceu na minha cidade, eu era organizadora então, estive perto dele em alguns momentos.



Jairo Junior Sarfati  é natural de Fortaleza, Ceará. Ama música e arte e usa-as para inspirá-lo em seus textos. Também é viciado em redes sociais. Sempre sonhou em criar histórias repletas de novos universos. Então começou a criar poemas e pequenos textos, se aventurar no universo da narrativa, concluindo às vésperas de seu décimo oitavo aniversário seu primeiro livro, Diário Póstumo de Charlotte, que faz parte da série “Os diários de Londres”.  Fonte.










1)LiterAfeto: Quando surgiu a ideia de escrever Os Diários de Londres?

Jairo Sarfati: Eu tive um sonho com uma cena do livro e essa cena ficou martelando na minha cabeça até eu desenvolver um começo e um fim. Então comecei a escrever e tudo foi se encaixando. Quando as três histórias colidiram na minha cabeça, eu sentia que tinha uma trilogia.



2) LiterAfeto: Você se inspira em algum escritor(a)?

Jairo Sarfati: Minha maior inspiração de carreira é a Carolina Munhóz, quero ser igual a ela quando eu crescer.



3) LiterAfeto:Alguma vez você pensou em desistir ou achou que não iria dar certo?

Jairo Sarfati: Acho que em tudo o que fazemos na vida, pensamos em desistir várias vezes. E acredito que se não fosse o incentivo de alguns amigos, eu nunca teria terminado o livro. Contudo, o sonho de terminar era maior que a vontade de desistir, então continuei.



4) LiterAfeto: Qual foi a maior dificuldade durante a elaboração do primeiro livro ( Diário Póstumo de Charlotte)? 
Jairo Sarfati: Tempo para escrever, eu estava no ensino médio, então conciliar tudo isso com a escrita foi bem difícil. Agora tenho mais tempo para minhas histórias, sinto que estão melhorando.



5) LiterAfeto: Há algum motivo especial para você escolher ambientes fora do Brasil? 
Jairo Sarfati: Eu amo Londres, sempre quis visitar lá e queria poder ver a cidade com os meus próprios olhos, então escrevi do jeito que eu pensava que era.



6) LiterAfeto: Você quer ser escritor para o resto da vida? E o que te motiva a não parar de escrever?

Jairo Sarfati: Sim, eu quero, amo o que faço. Meus leitores me motivam a escrever. Eles são tipo a luz do meu mundo. Sem eles num sou nada, então quero agradá-los escrevendo pelo resto da minha vida para eles.



7) LiterAfeto: Deixe uma mensagem para os leitores.


Jairo Sarfati: Muito obrigado por todo o suporte e amor que vocês vêm demonstrando nessa caminhada. Amo vocês de paixão. Vocês são as estrelas do meu universo! Nunca desistam dos sonhos de vocês, eu acredito neles junto a vocês.

Então é isso pessoal, espero que tenham gostado. *-*